quarta-feira, 26 de novembro de 2008

1 – a presença constante e antiga do palhaço em nossa cultura: circos nas cidades grandes e pequenas – memória que temos e que funciona como referência cultural. Circo=palhaço
2 – Sempre foi assim? De onde vem o palhaço? Contar a história (Grécia, comedie del’arte ma Idade Média etc.)
3 – diferença entre palhaço e clown
4 – dos diferentes tipos de clowns; branco e augusto. Exemplificar com a peça.
5 – conclusão: o palhaço carrega todos os significados acumulados no decorrer dessa história da civilização. Hoje ele se desdobra em inúmeros personagens.

E o palhaço o que que é?

Sempre que pensamos no circo nos lembramos do palhaço e vice versa. Em nossas memórias há sempre um palhaço.
Tradicionalmente o palhaço é a figura que diverte o público com suas brincadeiras, entre uma atração e outra do circo. Ele é o personagem que se relaciona diretamente com o público. Esse papel do palaço entretanto nem sempre foi assim ao longo da nossa cultura.O palhaço sempre foi parte integrante do circo mas, nem sempre foi assim. No Oriente, nas cortes dos imperadores chineses os palhaços apareciam em teatro, e em representações religiosas e eram conhecidos como "Lubyet" (homens frívolos). Na antiga Grécia, há mais de 2.000 anos, os palhaços faziam parte das comédias teatrais. Após as apresentações das tragédias, eles davam suas próprias versões aos fatos, onde heróis apareceriam como bobos. Na Alemanha, eram chamados de " alegres conselheiros" pois, além de divertirem platéias eles davam bons conselhos. E atualmente continuam ocupando diversos lugares como a rua, as praças, o cinema e o imaginário da humanidade.
O nome palhaço no Brasil tornou- se pejorativo, atualmente utiliza-se mais o termo clown. Mas palhaço e clown são termos distintos para designar a mesma coisa.

tentativa reportagem

1 – a presença constante e antiga do palhaço em nossa cultura: circos nas cidades grandes e pequenas – memória que temos e que funciona como referência cultural. Circo=palhaço
2 – Sempre foi assim? De onde vem o palhaço? Contar a história (Grécia, comedie del’arte ma Idade Média etc.)
3 – diferença entre palhaço e clown
4 – dos diferentes tipos de clowns; branco e augusto. Exemplificar com a peça.
5 – conclusão: o palhaço carrega todos os significados acumulados no decorrer dessa história da civilização. Hoje ele se desdobra em inúmeros personagens.

E o palhaço o que que é?

Sempre que pensamos no circo nos lembramos do palhaço e vice versa. Em nossas memórias há sempre um palhaço.
Tradicionalmente o palhaço é a figura que diverte o público com suas brincadeiras, entre uma atração e outra do circo. Ele é o personagem que se relaciona diretamente com o público. O palhaço sempre foi parte integrante do circo mas, nem sempre foi assim. No Oriente, nas cortes dos imperadores chineses os palhaços apareciam em teatro, e em representações religiosas e eram conhecidos como "Lubyet" (homens frívolos). Na antiga Grécia, há mais de 2.000 anos, os palhaços faziam parte das comédias teatrais. Após as apresentações das tragédias, eles davam suas próprias versões aos fatos, onde heróis apareceriam como bobos. Na Alemanha , eram chamados de " alegres conselheiros" pois, além de divertirem platéias eles davam bons conselhos. E atualmente continuam ocupando diversos lugares como a rua, as praças, o cinema e o imaginário da humanidade.
O nome palhaço no Brasil tornou- se pejorativo, atualmente utiliza-se mais o termo clown. Mas palhaço e clown são termos distintos para designar a mesma coisa.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O Clown



O clown é a poesia em ação.
Henry Miller






Você sabia que os palhaços são conhecidos aproximadamente a quatro mil anos, mas desde sempre inúmeras pessoas dedicaram-se à arte de fazer rir. No Oriente, nas cortes dos imperadores chineses os palhaços apareciam em teatro, e em representações religiosas e eram conhecidos como "Lubyet" (homens frívolos). Na antiga Grécia, há mais de 2.000 anos, os palhaços faziam parte das comédias teatrais. Após as apresentações das tragédias, eles davam suas próprias versões aos fatos, onde heróis apareceriam como bobos. Na alemanha , eram chamados de " alegres conselheiros" pois, além de divertirem platéias eles davam bons conselhos.

O riso abalava inclusive as estruturas do regime feudal, abolia as relações hierárquicas, igualava pessoas que provinham de condições sociais distintas. Era contrário a toda perpetuação, a toda idéia de acabamento e perfeição, mostrando a relatividade das verdades e autoridades no poder. Todos são passíveis de riso e ninguém é excluído dele; era a percepção do aspecto jocoso e relativo do mundo. E os palhaços (clowns) sempre foram parte integrantes do circo.

O nome palhaço aqui no Brasil torno-se pejorativo.Atualmente usa-se mais o termo clown. Mas, palhaço e clown são termos distintos para se designar a mesma coisa. Existe sim,diferenças quanto às linhas de trabalho. Como, por exemplo, palhaços (ou clowns) que dão mais valor à gag, ao número, a idéia; para eles, o que o clown vai fazer tem maior peso. Por outro lado, existem aqueles que se preocupam principalmente com o "como" o palhaço vai realizar seu número, não importando "o que" ele vai fazer, assim são mais valorizadas a lógica individual do clown sua personalidade. Existem dois tipos clássicos de clowns: o branco e o augusto. O clown branco é a encarnação do patrão, o intelectual, a pessoa cerebral. O augusto é o bobo, o eterno perdedor, o ingênuo de boa-fé, o emocional. Ele está sempre sujeito ao domínio do branco, mas, geralmente, supera-o, fazendo triunfar a pureza sobre a malícia, o bem sobre o mal. Para Otávio Burnier, a relação desses dois tipos de clowns acaba representando a sociedade e o sistema, e isso provoca a identificação do público com o menos favorecido, o augusto.

Em suas andanças através do tempo, o clown ocupou diversos espaços:a rua, a praça, a feira, o picadeiro, o palco até o cinema com os destacáveis clowns; Carlitos de Charles Chaplin, o Gordo e o Magro da dupla Hardy e Laurel, Buster Keaton, Mazzaropi, Oscarito, Grande Otelo e outros.